Descubra se você tem uma “mente gorda”!

Você mal acabou de comer e já está pensando na próxima refeição? Vive pensando nas preocupações futuras?

As expressões “mente gorda” e “cabeça de gordo” se referem a um dos inúmeros fatores responsáveis pelo sobrepeso e obesidade: as emoções. Isso ocorre quando o estado emocional passa a ser dependente da comida e começamos a entender como nós confundimos a sensação de fome com a ansiedade. Aliás, a região no cérebro que identifica a necessidade de ingerir alimentos é muito próxima da que processa a ansiedade! Assim, é fácil interpretarmos a ansiedade como fome e vice-versa. E ambas essas sensações têm a ver com preocupações futuras (“eu precisarei comer” ou “terei que resolver os problemas com minha mãe e meu chefe”).

 

Aí, a alimentação deixa de ser uma forma de sobrevivência para se tornar uma fonte de prazer. De acordo com a psicóloga Silvana Martani, especialista em obesidade da clínica de endocrinologia do Hospital Beneficência Portuguesa, não há nada errado em sentir-se bem depois de devorar uma guloseima – como se quisesse descontar todas as suas angústias naquela mordida. O problema começa quando essas reações passam a ser a única fonte de prazer.

 

Ninguém ficará mais gordo simplesmente por alguma carência emocional. Porém, é impossível negar como o excesso de peso pode mexer com as emoções. “Os obesos têm mais tendência a comportamentos depressivos, pois há uma discriminação social”, afirma José Carlos Pareja, gastroenterologista e Diretor do CCOC (Centro de Cirurgia da Obesidade de Campinas).

 

Não é à toa que, segundo Pareja, a equipe profissional para combater os quilos a mais – e suas conseqüências para a saúde – deve ser multidisciplinar. Isso inclui o trabalho de nutricionistas, educadores físicos, e, é claro, profissionais que trabalham também a mente, todo esse apoio multidisciplinar você acha na Break Limits, conheça a escola clicando aqui.

 

Será que você tem a “mente gorda”?  que a psicóloga Silvana Martani chama de “comprometimento emocional com a comida” pode ser detectado por algumas atitudes. Veja se você vive as situações abaixo e descubra se os seus pensamentos estão deixando a balança mais pesada:

– Só sente prazer extremo, um êxtase, quando come. E não consegue nomear outras atividades que provoquem satisfação elevada;
– Não prioriza a qualidade dos alimentos;
– Não come verduras, legumes e frutas;
– Come escondido, fora dos horários das refeições;
– O hábito alimentar inadequado muitas vezes foi herdado da família ou foi desencadeado por problemas pessoais e profissionais, que resultam em perda da auto-estima e, em casos avançados, pode levar à depressão;
– Acha que sem os quilos extras a sua vida mudaria totalmente. O correto era pensar que se mudasse de vida, aí conseguiria perder esses quilos;
– Quer ser “emagrecido”, sem esforço, e ainda responsabiliza somente os alimentos e os médicos pelo fracasso na dieta. Nunca assume a culpa.

 

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